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Diário de Brasília 2011: Dirceu apareceu, e Cacá não vem mais

Luiz Zanin Oricchio

29 de setembro de 2011 | 14h54

Zé Dirceu apareceu de sopetão no Seminário Novas Perspectivas para o Cinema Brasileiro, hoje de manhã. Ontem, havia faltado à sua palestra. Dirceu falou uns 10 minutos e recordou sua relação com o cinema, que, segundo ele, vem desde os idos de 1968, quando ele era presidente da UEE (União Nacional dos Estudantes). Lembrou que, naquele ano de greve, a Faculdade de Filosofia da rua Maria Antonia transformou-se num fórum de cursos e de debates. E também de projeções de filmes e discussões cinematográficas. Isso tudo eu vi, quando era, na época, do movimento secundarista. Zé Dirceu lembrou também do tempo em que viveu em Cuba, no exílio, e trabalhou no Icaic, o Instituto de Cinema Cubano. Mexia com filmes brasileiros e de outros países e matava a saudade do País. “No exílio, se a gente não trabalhar muito fica louco”, disse. Foi um improviso simples e legal.

A má notícia veio logo em seguida. Cacá Diegues, que seria a atração agora à tarde, não veio. Diz que está doente, segundo me informou uma pessoa da assessoria de imprensa. O interessante é que Cacá e Zé Dirceu estiveram em campos opostos no malfadado debate sobre a Ancinav, projeto que acabou arquivado.

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