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Diário de Brasília 2010: Palanque

Luiz Zanin Oricchio

29 de novembro de 2010 | 07h41

Brasília continua seguindo uma chata tradição dos festivais: equipes enormes sobem ao palco para apresentar seus filmes, fala-se demais e abusa-se da paciência do público. Mas o recorde de falatório aconteceu com uma equipe reduzida, a do curta Acercadacana, de Felipe Calheiros. A personagem do filme, a agricultora Maria Francisca, que vê seu sítio ameaçado por uma usina de cana, transformou o palco do Cine Brasília em palanque. Ela tem toda razão em suas denúncias. Mas falou tanto e tanto que quase levou o público ao desespero.

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