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Diário da Mostra 2010: a minha mostra, os meus filmes

Luiz Zanin Oricchio

04 de novembro de 2010 | 18h37

Devo ter visto uns 50 filmes na Mostra deste ano. Abaixo, os meus favoritos, aqueles que valeram a pena mesmo, filmes que ficam com a gente. É apenas uma lista pessoal, de alguém que viu pouco mais de 10% do que um festival gigante como este apresenta. Outras escolhas, é claro, são possíveis e válidas. Essa lista serve como sugestão: se alguns desses filmes aparecerem na repescagem, não percam de jeito nenhum.

Carlos, de Olivier Assayas (França)

Film Socialisme, de Jean-Luc Godard (França)

Mistérios de Lisboa, de Raul Ruiz (Portugal)

Aurora, de Cristi Puiu (Romênia)

Cópia Fiel ,de Abbas Kiarostami (Irã/França)

Tio Boome, que Pode Recordar suas Vidas Passadas, de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia)

Um Dia na Vida, de Eduardo Coutinho (Brasil)

Nostalgia da Luz, de Patrício Guzman (Chile)

Memórias de Xangai – I Wish I Knew, de Jia Zhang-Ke (China)

O Estranho Caso de Angélica, de Manoel de Oliveira (Portugal)

Almas Silenciosas, de Aleksei Fedorchenko (Rússia)

Minha Felicidade, de Sergei Loznitsa (Rússia)

O Homem que Grita, de Mahamat Saleh Haroun (Chade)

Nossa Vida, de Daniele Luchetti (Itália)

Poesia, de Lee Chang-Dong (Coreia)

Caterpillar, de Koji Wakamatsu (Japão)

E mais dois clássicos:

China, de Michelangelo Antonioni (1972)

Rashomon, de Akira Kurosawa (1950)

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