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Deu “Estômago” no Grande Prêmio Brasil

Luiz Zanin Oricchio

15 de abril de 2009 | 03h15

E o filme de Marcos Jorge foi o grande vencedor nesta sétima edição do Prêmio Brasil: melhor filme, direção, roteiro original, ator coadjuvante (Bubu Santana), além do prêmio do voto popular.

Meu Nome nâo é Johnny ficou com montagem, som , trilha sonora, atriz coadjuvante (Julia Lemmertez), roteiro adaptado e ator (Selton Mello).

Ensaio sobre a Cegueira levou quatro prêmios – maquiagem, direção de arte, fotografia e efeitos visuais.

Nome Próprio deu o prêmio de atriz a Leandra Leal.

Chega de Saudade ganhou o prêmio de figurino. Desafinado ficou com trilha sonora.

Vicky Cristina Barcelona foi eleito o melhor filme estrangeiro.

A categoria Longa Infantil, criada este ano, teve Pequenas Histórias, de Helvécio Ratton, como vencedor.

Entre os documentários, Mistério do Samba ganhou o prêmio principal e também o de montagem.

Já entre os curtas, venceu Dossiê Rebordosa como animação, Café com Leite como ficção e Dreznica como documentário.

O grande perdedor foi Linha de Passe, de Walter Salles, que tinha oito indicações e não emplacou em nenhuma.

Não sei avaliar se a festa foi legal ou não. Como estava na transmissão, havia a natural adrenalina no sangue. Assim, não sei se para o espectador foi interessante ou se as quase três horas de cerimônia se arrastaram. A conferir.

Por hora é só. Depois voltamos ao assunto. Se for o caso.

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