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Crítica independente e dependente

Luiz Zanin Oricchio

02 Novembro 2006 | 12h18

A crítica auto-denominada independente (sites Cinética, Cinequanon, Contracampo, Almanaque Virtual e da revista Paisà) elegeu seus melhores da 30ª Mostra: Juventude em Marcha, de Pedro Costa, foi o vencedor. Serras da Desordem, de Andrea Tonacci, ganhou entre os brasileiros. O italiano Anche Libero Va Bene, de Kim Rossi Stuart, foi eleito como revelação. O destaque da Mostra ficou para Os Diários de Davi Perlov e a exibição de De Punhos Cerrados, de Marco Bellocchio. Síndromes e um Século, de Apichatpong Weeresathakul, ganhou menção honrosa. E as projeções de Still Life e Dong, de Jia Zhang-Ke, ganharam “menção desonrosa”, por problemas técnicos. Votaram 25 críticos independentes e mais o casal Inácio Araújo e Sheila Schwartzman, ele da Folha de S. Paulo, ela pesquisadora de cinema.

Já a crítica dependente, da qual este blogueiro faz parte, divulga seus prêmios hoje à noite, durante a cerimônia de premiação da Mostra.