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Conversa com o inventor da Mulher Invisível

Luiz Zanin Oricchio

19 de maio de 2009 | 09h10

Ou seja, com Claudio Torres, cineasta, filho de Fernando Torres e Fernanda Montenegro. Fui ontem, de manhã, a um hotel, seguir o ritual preparado pela Warner para o lançamento de A Mulher Invisível. Maratona de entrevistas. Coletiva, depois individuais e esse simulacro de individual que é a round table. Vários jornalistas sentados com o “talent”, como eles dizem, fazendo de conta que estão sozinhos com ele. Um sistema norte-americano, comum em festivais internacionais, e que começa a chegar por aqui pelo mesmo caminho do Big Mac. Enfim, conversei de fato sozinho com Claudio Torres e foi um papo longo e amável, ainda que ele já intuísse minha opinião sobre o filme porque havia visitado este blog e lido a pergunta: “Onde está a ousadia do cineasta de Redentor?” Foi um papo amável, como já disse, em que conversamos sobre cinema e sobre arte popular. Depois vou escrever essa entrevista em detalhes. Por ora só queria registrar como é enriquecedor você conversar de maneira civilizada e franca com uma pessoa, seja ela cineasta ou o que for – desde que haja respeito mútuo. Ele faz o trabalho dele, eu faço o meu, convergimos em alguns pontos, divergimos em outros, e pronto.

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