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Cine Brasília

Luiz Zanin Oricchio

22 Novembro 2006 | 18h46

Daqui a pouco sigo para o Cine Brasília, onde começa a mostra competitiva com Jardim Ângela, documentário de Evaldo Mocarzel – ontem, você sabe, o filme de Manfredo Caldas, Romance do Vaqueiro Voador, passou fora de concurso e em outro palco, no Teatro Nacional. Depois falo do filme do Evaldo, que ainda não conheço. O que conheço é o Cine Brasília, sede cinematográfica do festival. Talvez seja o cinema mais confortável do Brasil, com seus 600 lugares, poltronas amplas, tela enorme, boa projeção. É também o palco ideal para os cineastas mostrarem seus filmes, pois o público ferve. São 600 lugares mas, a cada noite, o recinto abriga mais de 1000 pessoas, muitas espalhadas pelo chão. Existe uma praça de alimentação ao lado, que vira o point da cidade durante esta semana de festival. O público é predominantemente jovem, universitário, participativo, politizado, o que beneficia filmes engajados. Pelo menos tem sido essa a tradição do festival e do seu público. Vamos ver se continua intacta.