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Bazin, sempre fundamental

Luiz Zanin Oricchio

03 de agosto de 2014 | 20h45

É de André Bazin (1918-1958) a frase famosa sobre a crítica de cinema: “A função do crítico não é trazer numa bandeja de prata uma verdade que não existe, mas prolongar o máximo possível, na inteligência e na sensibilidade dos que o leem, o impacto da obra de arte”. Muito além da crítica haicai e autossuficiente, da resenha de bonequinhos e estrelinhas, do texto ralo e rapidamente valorativo, a prosa de Bazin procura entender a estrutura e a essência da obra cinematográfica. Foi, como dele disse François Truffaut, um divisor de águas na crítica de cinema. Antes, diz Truffaut, os críticos se limitavam a contar o enredo dos filmes; Bazin passou a olhar para o modo como eles eram feitos e como expressavam a visão de mundo do diretor. Por isso, é de particular importância a reedição, com acréscimo de nove artigos inéditos em português do Brasil, do seu clássico O Que É o Cinema?, pela Cosac Naify.

Leia o artigo completo:

http://cultura.estadao.com.br/noticias/cinema,classico-do-critico-frances-de-cinema-andre-bazin-ganha-reedicao,1537854

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