As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Argentinos e brasileiros: no cinema, hermanos em tudo

Luiz Zanin Oricchio

27 de dezembro de 2006 | 17h38

O boletim Filme B reproduz uma pesquisa do jornal La Nación sobre o desempenho do cinema argentino durante o ano de 2006. O público diminuiu e a renda aumentou. Como explicar? Simples: aumentou o preço do ingresso. A baixa de público foi pequena (-1,6%) e a renda subiu muito (+20%), por conta do preço médio do ingresso, que pulou de 6,67 pesos para 9 pesos. O cinema vai assim se elitizando, cada vez mais. Os números, destaca o Filme B, são muito parecidos aos do Brasil. Mais semelhanças: na Argentina, houve 74 estréias nacionais, mas estas ocuparam apenas 11,3% do mercado. No Brasil, são 72 as estréias nacionais, para 12% dos ingressos vendidos. Lá, como cá, os americanos detém fatia de cerca de 80% do mercado.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.