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Agora é Palmeiras e Ponte

Luiz Zanin Oricchio

20 de abril de 2008 | 18h24

Foi um jogo legal, tenso, marcado, como costumam ser as decisões. Claro que o Palmeiras aprendeu a lição do primeiro jogo e entrou mais duro para o segundo. O sistema defensivo palmeirense funcionou e anulou o jogo aéreo do São Paulo. É assim mesmo; aprende-se com os erros. Agora, mais uma vez foi partida ganha nos detalhes. Quem poderia supor que Rogério falharia no chute de longa distância de Leo Lima? O segundo gol veio no mais manjado lance das decisões. Quem precisa do resultado vai para a frente e se abre lá atrás. O Palmeiras encaixou um bom contra-ataque e matou. Tudo nos conformes.

Menos pelo caso do vestiário do São Paulo e do gás lá lançado durante o intervalo. O Palmeiras lutou e, com justiça, levou o segundo jogo para o Parque Antártica. Tinha a obrigação de garantir a segurança do visitante. Espera-se apuração. Agora é Ponte e Palmeiras, que tem a vantagem de dois resultados iguais. Por isso sai na frente. Mas seria erro esperar moleza. A Ponte não está para brincadeira, como sabe quem viu o jogo de ontem contra o Guará. Será uma final bem emocionante. Cada qual deve jogar em seu campo, o que é justo.

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