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A manhã de um crítico

Luiz Zanin Oricchio

22 Maio 2007 | 14h38

Chovia em São Paulo e portanto levei 1h20 de casa ao cinema. Lá, assisti em sessão para a imprensa a Piratas do Caribe 3: 2h45 de projeção (só Visconti, Kurosawa e, sim, Jean Eustache, deveriam ter o direito de fazer filmes com esta duração). Na saída, continuava a chover. Uma hora do Itaim ao jornal, arrastando-me pelos congestionamentos. Confesso que me sinto como se tivesse a alma sugada. Pela cidade e pelo filme. Passa logo.