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35 anos sem Hitchcock

Luiz Zanin Oricchio

29 de abril de 2015 | 21h13

Quando morreu, há 35 anos, Alfred Hitchcock era um nome mais que consagrado na história do cinema. Desde então sua fama só fez aumentar. A ponto de uma de suas obras-primas – Um Corpo que Cai, de 1958 – ser eleita o melhor filme de todos os tempos em recente pesquisa da revista britânica Sight & Sound, patrocinada pelo BFI (British Film Institute), ouvindo críticos e diretores de todo o mundo. Desse modo, Vertigo (título original) desbancava o antes tido como imbatível Cidadão Kane (1941), de Orson Welles, para o segundo posto.

Uma façanha e tanto, levando-se em conta que, até certo ponto já bastante avançado em sua carreira, Hitchcock, embora respeitado como “mestre do suspense”, era tido pela crítica apenas como “bom artesão”. Ou seja, não era exatamente considerado um artista.

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