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Vem aí… O ‘jogo de cena’ do Domingos

Luiz Carlos Merten

01 de setembro de 2017 | 09h42

Apesar da minha preferência por Magali Biff para vencer o Kikito de melhor atriz por Pela Janela – ela é minha amiga, por meio de Gabriel Vilela, mas não foi por isso -, conversei numa boa com Maria Ribeiro, repercutindo com ela sua vitória em Como Nossos Pais. Maria é aquele encanto. Adoro-a, e ao Caio (Blat). A entrevista virou um mini-ping, mais alguma frase diluída no texto principal sobre o filme de Laís Bodanzky na edição de ontem do Caderno 2. Não dei conta de uma coisa que me disse a Maria, e que me deixou nos cascos. Ela codirigiu, com Domingos de Oliveira, um documentário sobre atores. Um Filme de Ficção, estou quase certo de que foi o título que ela me disse, foi filmado durante um dia, na casa dela. O Jogo de Cena do Domingos. Ele propõe jogos de representação para oito atores – Sophie Charlotte, Fernanda Torres, Carol Dieckmann, Wagner Moura, Mateus Solano, Du Moscovis, a própria Maria e… Xiii, tá faltando um, mas esqueci. Não vi e já gostei, embora tenha certeza de que a simples menção de ‘jogo de cena’ já deva ter ouriçado os viúvos e viúvas de Eduardo Coutinho. Confesso que o culto me cansa, e numa reação que pode ser classificada como iconoclasta – de que tipo, fica por conta de vocês -, a excessiva valorização de certos ‘Coutinhos’, falo dos filmes, me desagrada profundamente e termina contaminando os de que gosto. Entendo o Cabra, quero crer que não sou burro, o Fé, mas os ‘meus’ Coutinhos são outros – Theodorico, Edifício Master (meu top) e Jogo de Cena. Quero dizer que minha expectativa pelo novo Domingos não tem limite.

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