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Uma tela, por favor!

Luiz Carlos Merten

25 de agosto de 2015 | 09h50

De volta a São Paulo e aos posts de cinema. Zita Carvalhosa não vai gostar, sorry. Abri meu texto sobre o Festival de Curtas no Estado lamentando que Pedro Serrano tivesse perdido o prazo de inscrição e até sugerindo que seu belo curta fosse exibido na Mostra de São Paulo. Recebi um e-mail de Pedro esclarecendo a confusão que fiz – ele não perdeu o prazo. Inscreveu o Dá Licença no Festival de Curtas e não foi selecionado. Como? Fiquei indignado com a ausência de prêmios do júri oficial de Gramado para o Dá Licença, mas não ter sido selecionado para o de curtas foi um pouco demais para mim. Zita delega tarefas e forma comissões de seleção. Não faço nem ideia de quem selecionou os curtas brasileiros, e paulistas, mas, seja quem for, merece um puxão de orelhas. No mesmo e-mail, Pedro (Serrano) me lembra que a Mostra não exibe mais curtas, mas Renata Almeida, generosa como é, poderia corrigir a injustiça. Ninguém mais paulistano do que Adoniran Barbosa. Nada mais paulista, com a cara da Mostra, do que a ficção que entrelaça letras de canções do compositor para criar sua trama. E o elenco – Gustavo Machado, Gero Camilo, Paulo Miklos, Aisha Jambo. Tenho certeza de que Dá Licença de Contar faria (fará?) o maior sucesso na Mostra, como faria (teria feito) no Festival de Curtas. Só o que faltava termos de apelar para o Festival do Rio para fazer justiça a uma joia paulista. Dá Licença, uma tela para o Paulo Serrano, por favor.

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