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Um Homem Aranha é pouco. São vários no ótimo Aranhauniverso

Luiz Carlos Merten

01 Dezembro 2018 | 22h33

Levantei-me muito cedo porque estou fazendo uma bateria de exames. Sangue, ultrassom, tomo – esse, ou essa, faço amanhã. Foi um dia cansativo. Voltei cedo para casa, jantei (árabe), tomei vinho. Dez da noite e eu já estou indo me deitar. Num sábado! Nunca estive tão ‘família’ na minha vida. Quero aproveitar para postar sobre a animação do Homem-Aranha. É muito legal. No universo expandido, existem vários Homens-Aranha, assim, no plural, incluindo o tradicional, Peter Parker. Temos agora uma Spider Woman, Gwen, Miles Morales, Peni Parker e até mesmo o Porco Aranha. Todos se conectam nos mundos paralelos, o universo expandido, por meio de um plano do Rei do Crime, que pretende dessa maneira reaver sua família, e mesmo que isso signifique destruir o mundo. O filme é obra de um trio – Peter Ramsey, Bob Persichetti e Rodney Rothman. É cheio de referências à cultura dos quadrinhos, que eu achei muito legais, mas confesso que não foi isso o que mais me atraiu. Adorei a relação de Miles com o pai policial, com Gwen e a tragédia interior de Peter, que estragou tudo com Mary Jane e virou um farrapo de si mesmo. Conseguirá o herói reaver a mulher amada? E Stan Lee? Sua ‘participação’ é muito bacana, e um belo fecho para o veterano quadrinhista, que morreu recentemente.