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Sucesso!

Luiz Carlos Merten

07 Setembro 2013 | 11h56

Permitam-me uma pequena reflexão, ou digressão. Por motivos que não cabe discutir, o Caderno 2 não deu nenhuma matéria sobre a mostra da nouvelle vague no MIS. Mas saiu uma nota na versão online. Quando cheguei para o debate, na quinta, me perguntava se haveria público. O ciclo foi um sucesso estrondoso. Muitas sessões lotadas, a sala quase cheia no debate, e ele era uma atividade paga. A divulgação do evento e a mobilização do público foram feitas nas redes sociais. Qual é a importância do impresso nisso tudo? O debate com Laura Carvalho foi bem bom – acho. E continua havendo uma curiosidade imensa do público – jovens, principalmente – pela nova onda francesa, 55 ou 54 anos após a sua eclosão, pois há controvérsia quanto à data. A versão oficial toma por referência o Festival de Cannes de 1959, ano de Os Incompreendidos, de François Truffaut, e Hiroshima, Meu Amor, de Alain Resnais, mas também pode ter sido o ano anterior, e o marco inicial seria Nas Garras do Vìcio, Le Beau Serge, de Claude Chabrol, por mais que tenham havido precursores (como Alexandre Astruc, com sua caméra stylo, e até Roger Vadim, com sua apoteose de Brigitte Bardot em E Deus Criou a Mulher. A programação encerra-se neste final de semana, e sugiro que procurem no site do MIS. Há muita coisa para ver. O post deveria continuar, mas me distraí vendo Os Senhores da Guerra na TV paga. Continuo depois.