As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Ponte aérea

Luiz Carlos Merten

04 Maio 2015 | 15h08

Vários dias sem postar. Estive em Los Angeles para um bate-volta. Vi o novo Mad Max, Fury Road, e aproveitei para ver mais algumas coisinhas nos cinemas da cidade, inclusive o novo Far from the Madding Crowd, que Tomas Vinterberg adaptou de Tomas Hardy, com Carey Mulligan, e é bem diferente da versão de John Schlesinger, com Julie Christie, nos anos 1960. Devia voltar para engrenar com o Cine PE, mas meus voos de ontem atrasaram e eu perdi minha conexão para o Recife. Soube, de qualquer maneira, que o filme dessa noite, que eu estava morrendo de dó de perder – Cavalo Dinheiro, de Pedro Costa -, foi cancelado, porque a cópia não chegou ou houve problema de alfandega, alguma coisa assim, Esse Pedro Costa está me saindo encantado. No Festival do Rio, no ano passado, a sessão foi cancelada por causa de algum problema técnico e  as demais exibições, que ocorreram, bateram com a premiação. Se soubesse que aquele júri ia atribuir prêmios tão malucos, tinha ido ver o Pedro Costa e fazia minha matéria depois, em cima do resultado. Mas é importante estar presente, reconheço, para captar o clima. Estou reavaliando para ver se ainda vale ir para o Recife. É verdade que já vi o Hotel Marigold 2 – e falei com John Madden pelo telefone, de Los Angeles. Também vi O Vendedor de Passados, do qual gostei bastante. Vale ir, sim, com certeza. Estou só dando uma breve notícia. Tenho muito que falar sobre Fury Road, The Madding Crowd e O Capital Humano, um italiano de Paolo Virzi que vi no avião (e mexeu muito comigo).