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Pingos nos iis: Mulher Maravilha à luz da mitologia

Luiz Carlos Merten

23 de julho de 2017 | 12h40

Minha amiga Cristina Rodrigues Franciscato enviou uma correção, que faço no blog. Ela não detestou Mulher Maravilha. Faz suas objeções, mas detestar – não! Refaço a apresentação. Cristina, amiga do Dib – e, portanto, minha amiga também -, além de ser uma bela mulher, é super hiper especialista em mitologia grega. Leiam.

“Nunca fui fã da Mulher Maravilha. Acho que ela não é da minha época. Quando criança, amava a Batgirl! Mas meus amigos, Dib e Merten, falaram que eu deveria assistir ao atual filme, pois gostaria. O argumento decisivo foi que a Mulher Maravilha era filha de Zeus! Pronto, fui! Eles tinham razão: gostei! Sobretudo da primeira metade. Mas sempre que assisto a filmes com referências gregas, começo a delirar que gostaria de ser cineasta ou assistente de direção, amiga do diretor ou apenas consultora para temas míticos! Claro que deixaria espaço para divagações e releituras dos mitos, mas algumas atitudes ‘impiedosas’ vetaria, com certeza! Não se mata um deus – deuses (as forças representadas por eles) são imortais – nem quando se trata de Ares, o deus da guerra! Mesmo porque basta olhar para os quatro cantos do nosso sofrido planeta e constatar que o belicoso Ares tem ainda muitíssimos devotos!”