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Paulo Gustavo

Luiz Carlos Merten

11 de março de 2013 | 09h31

Não leio Veja – o mundo divide-se entre os que leem a revista e não, entre os que a levam a sério e os que desconfiam -, mas tinha curiosidade de saber se ia repercutir o destempero do ministro do STF contra o repórter do Estado. Afinal, o homem que salvou o Brasil foi uma criação de Veja, não? Pelo que me contam, silêncio absoluto. Existem silêncios que revelam mais que discursos. Ah, se fosse Cristina Kirschner… Ou o finado Chávez… Lá vou eu tergiversar de novo. Havia visitado o set de Minha Mãe É Uma Peça, no Rio. Estava na cidade por alguma outra coisa, mas me chamaram para a set visit e eu fui. Ontem, fui ver a peça de Paulo Gustavo, de volta no Teatro Procópio Ferreira. Minha Mãe É Uma Peça é uma produção de Iafa Britz. Estreia em junho. Havia visto outra peça de humor no mesmo local, Avenida não sei das quantas, e achei insuportável. Confesso que saí no meio. Com Paulo Gustavo, ninguém abandona o barco. Já o havia achado divertido no set e quando ele me mostrou uma gravação de sua mãe (de verdade) no celular, quase morri de rir. Sei que não é para todos os gostos, que tem gente que o odeia, mas neste caso é melhor não ver, porque o cara, há que reconhecer, é bom. E isso não é retribuição de gentileza. Paulo Gustavo me transformou em pop, citando meu nome numa piada de improviso. Ó céus!

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