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Olhem o que vem…

Luiz Carlos Merten

02 de março de 2014 | 17h58

Tanta coisa para fazer aqui na redação do Estado… Mas não resisto a postar, brevemente, sobre o que vocês talvez já saibam. O Belas Artes vai voltar em maio, após uma ampla reforma e com patrocínio da Caixa. Mal posso esperar, mas espero que André Sturm, recomeçando, mude aquelas poltronas que sempre foram, para mim, o flagelo do conjunto de salas. Bem antes disso, o CCBB promove uma retrospectiva da nouvelle vague checa. Quando falei, no post anterior, no que era descobrir Resnais, Godard, Kubrick – nunca me esqueço de como saí chapado da primeira sessão de 2001, imediatamente escrevendo sobre a relação entre o macro e o micro-universo -, poderia acrescentar também a nova onda da então Checoslováquia. O encanto daqueles filmes, a invenção visual. Milos Forman, Jiri Weiss, Jiri Menzel, Kadar e Klós, Vera Chytilová. Não sei se todos estão voltando, mas vai ser assim como um tempo reencontrado para mim (e outro descoberto para quem só conhece os filmes de fama).

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