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O Oscar, pintando no horizonte

Luiz Carlos Merten

22 de janeiro de 2019 | 09h19

Daqui a pouco, e serão 5 da manhã em Los Angeles, a Academia de Hollywood vai se valer da televisão para anunciar os indicados para o Oscar 2019 (para os melhores do cinema em 2018). Para quem o sol irá brilhar? Nasce uma Estrela era favorito no Globo de Ouro, mas foi atropelado por Bohemian Rhapsody – perdi a conta de quantas vezes escrevi Hungarian Rhapsody. No jornal, a redatora Regina Cavalcanti me corrigia, mas no blog… Tenho minhas curiosidades. São muito particulares. Gostei muito de Se a Rua Beale Falasse, mais até que de Moonlight – Sob a Luz do Luar, e adoraria ver Barry Jenkins super-indicado. Regina King e Claire Foy serão indicadas para melhor coadjuvante, a segunda por O Primeiro Homem. Olivia Colman e Glenn Close também serão indicadas para melhor atriz, por A Favorita e A Esposa, e dessa vez não existe a divisão de gênero (drama e comédia ou musical), para que ambas possam vencer. Será preciso escolher. A Academia vai corrigir a injustiça, Jonathan Pryce, tão bom quanto Glenn, será indicado para melhor ator? Pantera Negra ficará entre os nove filmes indicados? Roma, representando o México, vai concorrer a melhor filme estrangeiro? Alfonso Cuarón, o presumível vencedor, será mesmo indicado para melhor diretor? Daqui a pouco saberemos. Está chegando a hora…

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