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Ó, dúvida cruel

Luiz Carlos Merten

10 de novembro de 2013 | 13h08

Perdi o bonde da história. Um Estranho no Lago, de Alain Guiraudie, para mim o melhor filme de Cannes neste ano – incluindo o Kechiche, que ganhou a Palma de Ouro, A Vida de Adele, e o Jia Zhang-ke que passou na Mostra, Um Toque de Pecado (que meus colegas críticos não quiseram premiar) -, passou sexta no Mix Brasil, e eu perdi a chance de publicar a ótima entrevista que fiz com o diretor no Rio (saiu só uma ‘palinha’ na época). Daqui a pouco, às 18h20 no CineSesc, passa O Homem Ferido, L’Homme Blessé, de Patrice Chéreau, que nunca vi. É hoje, a minha chance. A m… é que, no mesmo horário, no Itaú Augusta, passa Crônicas Sexuais de Uma Família Francesa, codirigido por Jean-Marc Barr. O ator de A Imensidão Azul, de Luc Besson, virou o representante francês do Dogma, depois de trabalhar com Lars Von Trier, mas eu tenho de confessar que nunca vi nada que ele dirigiu. É minha chance, mas na hora do Chéreau? Uni-duni-te…

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