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N.T. Binh

Luiz Carlos Merten

02 de novembro de 2014 | 20h20

Minha amiga Margarida Oliveira, que faz a assessoria da Mostra, me ofereceu um monte de entrevistas com convidados, que fiz, e algumas foram muito boas, mas houve uma falhas de comunicação, porque só agora, querendo conferir um programa da repescagem, fui ao catálogo e descobri que N.T. Binh foi jurado e, portanto, esteve aqui vendo filmes na semana passada. N.T. Binh! Imagino que, para muita gente, o nome não signifique nada, mas ele integra o conselho de redação da revista Positif, é autor de curtas e de livros como um estudo sobre Ingmar Bergman e um volume sobre Joseph L. Mankiewicz na Coleção Rivages/Cinema. Sem saber que ele estava Em São Paulo, pensei em N.T. Binh na semana passada porque na revista Film Comment nas bancas – edição setembro/outubro, com chamada de capa para a entrevista de David Fincher pelo filme Garota Exemplar – há um estudo muito interessante sobre o diretor de A Malvada e A Condessa Descalça. Too good a writer to be a good diretor – bom demais como roteirista para ser também bom diretor. Será? Pensei em N.T. Binh e no meu amigo Jefferson Barros, em cujo panteão Maznkiewicz ocupava o mesmo lugar de Luchino Visconti no meu. Adoraria ter discutido com Mr. Binh o artigo de Film Comment.

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