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Michael Bay!

Luiz Carlos Merten

28 de fevereiro de 2016 | 22h48

Sinto muito. Ia continuar minha série do Oscar. Melhor roteiro adaptado, o de A Grande Aposta, vencendo O Quarto de Jack. Melhor roteiro original, o de Spotlight. Afinal, embora seja filme de negão – com todo respeito -, Straight Outta Compta foi escrito por um casal branquelo e não conta. Mas chega de Oscar. Fui ver Deadpool, e estou tentando me situar. É um filme de super-heróis para quem se acha inteligente, ou superior, ou não gosta de comics. Mas é divertido. O mais incrível é que não sabia que havia estreado 13 Dias – Os Soldados de Benghazi, e Michael Bay é patrono do blog. Sou o único no mundo a achar que há um pensamento, e não burro, por trás de Transformers e quem acha que é fácil humanizar máquinas deve estar tirando onda comigo. Aliás, quando me encontrei com Bay no Rio, ficamos conversando sobre Stanley Kubrick e Hal-9000, e foi bem interessante. Mas, enfim, emendei Deadpool com Benghazi e, por uma questão de temperamento, fiquei bem impressionado com o novo Michael Bay. Fui pesquisar na rede e encontrei um textos que me deixaram pasmo. Realmente, cada um vê o filme que quer. Ninguém fez a menor referência à citação de Joseph Campbell nem à bandeira rota e enlameada no final. Qual é a importância? Toda. Mas, enfim, vai ser assunto para amanhã.