As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Melhores

Luiz Carlos Merten

26 de dezembro de 2013 | 09h17

Na série de retrospectivas das artes no ano que o Caderno 2 vem publicando, chega hoje a vez do cinema. Lá estão meus textos, e os do Zanin. No texto, poderíamos citar quantos filmes quiséssemos – os melhores momentos -, mas a lista, sucinta, teria de ser de cinco filmes, por decisão de meu editor, Ubiratan Brasil. Meus dez mais de 2013 já estavam na ponta da língua – três franceses (Um Estranho no Lago, Azul É a Cor Mais Quente e Zarafa), três norte-americanos (Homem de Aço, Gravidade e Rush – No Limite da Emoção, espero não ter colocado ‘da Velocidade’), dois brasileiros, e aqui empaquei. São Silvestre, que estreia amanhã, veio fácil, mas hesitei muito entre O Som ao Redor, com o qual terminei ficando, e Faroeste Caboclo. Fechando a lista, um português, O Estranho Caso de Angélica, e um espanhol, Blancanieves. Ignorei filmes que nem me lembrava mais de que eram deste ano. Foi no encontro com Inácio Araújo e Miguel Barbieri, no jantar em casa de Margarida Oliveira, que eles me ativaram a memória. Django Livre, de Tarantino, e Tabu, de Miguel Gomes, dos quais gosto – do primeiro, mais -, mas que não entram entre os dez. Amor, de Michael Haneke, do qual não gosto tanto, e esse não entraria mesmo. Feita a pré-seleção, os cinco foram fáceis – Um Estranho no Lago e Azul, Gravidade,  São Silvestre (tinham dúvida?) e Blancanieves. Minha lista tinha dois filmes pílares, que neles não tocava de jeito nenhum, e eram Zarafa e O Homem de Aço. Na versão reduzida, eles caíram. E eu confesso que, o tempo todo, um filme ficou me atormentando. O do Hong Sang-soo. A Filha de Ninguém teria sido meu 11.º. Gostaria muito de conhecer as preferências de vocês. Quais são?

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: