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Melhor que a encomenda!

Luiz Carlos Merten

16 de dezembro de 2015 | 07h11

Cá estou eu postando minha primeira reação a Star Wars – O Despertar da Força. Assinei ontem um termo de confidencialidade, mas, segundo entendi, o embargo terminava à 6h01 de hoje. Não duvidava que JJ Abrams fosse conseguir, mas o filme me saiu melhor que a encomenda. Na trama do novo filme, passaram-se 30 anos desde O retorno de Jedi, Episódio 6. Nessa galáxia distante, as hostes restantes do Império voltaram a se agrupar como Primeira Ordem e combatem os rebeldes que sustentam a República. Havia gente pelo ladrão na sessão do JK Iguatemi. Muita gente fantasiada, que reagia com aplausos, em cena aberta, à medida que iam surgido os personagens míticos. Han Solo, Chewbacca, C3PO, a princesa Leia, agora convertida em generala Leia, R2D2. O plot central é a caçada a um mapa que pode levar a Luke Skywalker. Ele sumiu e, mais que nunca é neecessário, como último jedi, para comandar a reação. Leia e Solo tiveram um filho que se entregou ao lado escuro da Força e virou Kylo Ren. Adam Driver é quem faz o papel e emula Darth Vader, o ‘avô’, mas vive um conflito interno porque, como diz Leia, ainda existe luz dentro dele. Kylo Ren veste a máscara preta de Darht Vader, não exatamente a mesma, e reporta-se ao líder supremo Snoke, que é representado por Andy Serkis como uma imensa holografia. Antes mesmo da entrada de Solo e seu amigo peludo, somos apresentados à nova geração. Poe Dameron, e eu confesso que nunca gostei tanto de Oscar Isaac, John Begoya, que faz FN, rebatizado como Finn, e a excepcional Daisy Ridley, como ‘Rey’. Que heroína! A catadora de lixo renova o poder das Força. E ela vai num crescendo nesse futuro em que Luke, Han Solo, os jedis, tudo virou lenda. A lenda torna-se realidade, de novo. Não sabia nada do que ia acontecer, e tive imenso prazer de me entregar ao narrador que JJ consegue ser, ainda mais associado a um roteirista como Lawrence Kasdan. Os dois não apenas não me decepcionaram, como surpreenderam. Foram duas horas de emoção, de invenção, ou de reinvenção. Os velhos, the old, meet, encontram, new generation, a nova geração. Novas armas, um raio da morte mais potente, o velho totalitarismo repaginado. O lado sombrio não reconhece nada que não seja ele mesmo. Estou fornecendo informações gerais. Vou deixar que vocês desfrutem cada descoberta na sessão de público da próxima madrugada, à 0h01. Na capa de Total Film, Complete Access To Episode VII, há uma frase de JJ, o grande. “You have to make a movie the fans will love.” É preciso fazer um filme que os fãs amem. Eu amei. Meu ano de cinema está completo

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