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Mais Geraldine

Luiz Carlos Merten

29 de agosto de 2014 | 10h36

BRASÍLIA – Corri tantasto para entrevistar Geraldine Chaplin, fazer a matéria que está hoje no Caderno 2 e assistir à inauguração do 3.º BIFF, Brasilia International Film Festival. Já enviei para o portal um texto que daqui a pouco estará dispoinível. Geraldine contou uma história linda no palco. Ganhou o público. Aos 17 anos, ela teve seu primeiro emprego, como au pair na casa de um casal de poloneses em Londres. Eles estiveram presentes à inauguração de Brasília., Apaixonaram-se pela cidade e todo 21 de abril comemoravam o aniversário de Brasília, como se fosse da família. Geraldine comemorava com eles. A comida e a bebida eram ‘polacas’ (Geraldine falou em espanhol), mas a música era bossa nova. Em Brasília, ela fez questão de andar pela cidade – que não é feita para se caminhar. Disse que surpreendeu a sombra familiar de um pequeno vagabundo – Carlitos, cujo centenário se comemora em 2014, daí a homenagem do BIFF. Veio depois a projeção de Luzes da Ribalta, com o primeiro papel de Geraldine, ainda criança. Não mais Carlitos, mas Calvero, o velho palhaço. O testamento artístico de Chaplin. Foi uma noite encantada.

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