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Love is in the air (everywhere I look around)

Luiz Carlos Merten

23 de março de 2019 | 12h59

Já fiz um monte de exames nesta manhã – sangue, eletrocardiograma, raio X de tórax – por conta de um ‘procedimento’ a que terei de ser submetido nas próximas semanas. À tarde, quero ver a pré-estreia de Suspiria, a versão de Luca Guadagnino, no Phenomena Festival, no PlayArte Marabá. Será interessante ver o filme com um público de gênero’. À noite, será hora de bater ponto no Duas Teresas para comemorar o aniversário de Orlando Margarido. Não creio que terei tempo para postar mais hoje. Foi, como disse no post anterior, uma semana agitada, com montes de filmes, entrevistas, consultas a médicos – e matérias para o jornal e o online. Beleza! Assisti ao Dumbo de Tim Burton, e fui às nuvens. Há tempos não gostava tanto de um filme dele. Mais que um remake da animação da Disney, trata-se de um reboot. Sai o ratinho Timóteo e entram as crianças peculiares em seu novo lar, o circo, onde brilha a ex-Miss Peregrine, deslumbrante Eva Green, definitivamente incorporada ao elenco burtoniano. Vi também Glória Bell, o remake de Glória pelo próprio diretor e roteirista Sebastian Lelio. Havia amado Paulina García no papel-título e não vou lhe fazer a ofensa de dizer que a Gloria em língua inglesa consegue ser ainda melhor, mas acho que fica implícito, porque é Julianne Moore em momento sublime. E, num filme cuja heroína adora dançar, amei a trilha. Love is in the air! Anos atrás, era a ‘minha’ música. Nunca fui muito baladeiro, mas dancei bastante essa música. Parou por que, por que parou? A trilha norte-americana de Glória (Bell) me trouxe belas lembranças. John Paul Young! Love is in the air/ everywhere I look around/ Love is in the air, every sight and every sound/ And I don’t know if I’m being foolish/ Don’t know if I’m being wise/ But it’s something that I must believe in/ And it’s there when I look in your eyes. Uau!