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Lázaro Ramos no debate inaugural do Finos Filmes

Luiz Carlos Merten

30 de junho de 2020 | 17h36

Aqui vai o trecho de uma matería que deveria ter saído no impresso desta terça no Estado, mas caiu para abrigar o texto sobre a concordata do Cirque du Soleil. O Cirque falido é um sinal dos tempos. Mas o tema é urgente e aqui vai. Criado e dirigido pelo cineasta Felipe Poroger, o Festival Finos Filmes chega à sua sétima edição em versão online -contingências da pandemia -e ela começa nesta terça, 30. Em tempos de isolamento social, vira mostra beneficente de curtas, com o adicional de debates ao vivo que ocorrerão durante toda a semana, até o domingo, 5. Os 13 curtas foram escolhidos entre mais de 200 títulos que se inscreveram para o processo seletivo. Estão disponíveis desde o dia 25 no streaming da Spcine Play. Os debates, ao vivo, ocorrerão no canal de YouTube do MIS/ Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado que acolhe o evento como parte de sua programação do #MISemCasa. Serão seis debates ligados aos curtas selecionados e, para começar, daqui a pouco, às 8 da noite, sob o título Resgastar o passado, Construir o futuro, Lázaro Ramos e Ana Maria Gonçalves estarão conversando com o público a partir dos curtas Sem Asas, de Renata Martins, e A Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro. Espero que a íntegra do texto seja publicada pelo menos no portal, mas, em todo caso, fica o apelo para esse priumeriro dia, que promete ser bem bom.

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