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King Kong em Gramado

Luiz Carlos Merten

28 de setembro de 2020 | 00h45

Havia prometido, no anterior, esse post sobre Gramado, mas aí emendei mais dois filmes – Ratatouille, a animação da Pixar, que me encanta, e Pau, La Fuerza del Silenci, de Manuel Huerga, sobre o regente e violoncelista Pablo Casals e sua luta pela Catalunha, contra a ditadura de Franco na Espanha. A história é vista pelo olhar de um discípulo que vai aprender a tocar Bach com o mestre e aprende muito mais, sobre ética e comprometimento. Lá pelas tantas a trama vira sobre a necessidade de perdoar, para seguir em frente – emocionei-me. E agora Gramado – não vi todos os filmes brasileiros da competição e muito menos os latinos, mas assino embaixo da tríplice vitória de King Kong en Assunción, de Camilo Cavalcanti, que venceu os prêmios de melhor filme dos júris oficial e popular, mais o de melhor ator para Andrade Jr., Kikito esse atribuído postumamente. Preferiria que Cavalcanti tivesse recebido também o prêmio de direção, mas entendo que o Kikito da categoria tenha ido para Ruy Guerra, por Aos Pedaços, com sua elaborada fotografia que também valeu o prêmio da categoria para Pablo Baião. Não vi o latinoamericano que venceu, o colombiano La Frontera, de David David, mas gostei do paraguaio Matar a Un Muerto, que levou o Kikito de melhor ator – para Aníbal Ortiz.

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