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Jotabê, o de Andrade

Luiz Carlos Merten

27 Março 2017 | 12h54

RIO – Cá estou, a caminho do Windsor Atlântica, e da coletiva de Octavia Spencer. O voo atrasou um pouco, mas a viagem foi ótima porque sentei-me ao lado de Heitor Dhalia, que me atualizou sobre suas múltiplas atividades. Quando o entrevistei, José Dumont falou-me maravilhas de Tungstênio, que o Heitor adaptou da HQ de Marcello Quintanilha ( e está finalizando o primeiro corte). Outro projeto em andamento é O Diretor, sobre o assédio de um diretor de teatro a sua jovem atriz, durante uma montagem de Hamlet. E tem muito mais. Espero não ser indiscreto, se disser que Heitor terá reuniões hoje à tarde, aqui no Rio, com Vânia Catani, da Bananeira Filmes e com José Alvarenga Jr, e tudo isso poderá reverter em projetos para cinema e TV. Heitor também me informou o que Ancelmo Góis, colunista do Globo, cravou no blog dele – o mineiro João Batista de Andrade será o sucessor de Manoel Rangel na Ancine. Mineiro? Até fiz uma pesquisa, porque o cinema de João Batista é tão identificado com São Paulo (A Próxima Vítima, O Homem Que Virou Suco) que nunca me passou pela cabeça que ele não fosse paulista (e até paulistano). Pois é mineiro de Indaiatuba, sô, e na rede ele confirma que aceitou a convocação do ministro da Cultura, esse Roberto Freire que tem sido o ó, em todas as suas investidas na área cultural. Embora João Batista tenha perfil de gestor, não vai ser fácil substituir o Manoel, que sempre teve respaldo nos números (e no apoio da categoria).