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Inferno astral

Luiz Carlos Merten

30 de abril de 2009 | 13h33

Olá! Ontem vivi o que se pode chamar de inferno astral e nem tive tempo de postar. O inferno, é verdade, não foi só meu. Tivemos uma queda de sistema aqui no ‘Estado’ que transformou o ato de fechar o ‘Caderno 2’, pelo horário, no maior estresse. No dia anterior, havia saído mais cedo por causa da cerimônia de entrega dos prêmios da APCA, no Teatro Sérgio Cardoso. A capa de hoje do ‘Caderno’, a entrevista com Carlos Sorín, diretor de ‘A Janela’, e a crítica do ‘X-Men – Origens: Wolverine’, ficaram para redigir pela manhã e eu ainda tinha uma cabine marcada para assistir a ‘Budapeste’. Sem sistema, vocês podem imaginar como foi complicada levar as coisas a cabo, mas passou. Quando finalmente fechamos o ‘Caderno’, o Telejornal de domingo teve o fechamento antecipado e começou outra correria – e eu de novo tinha de sair cedo, porque à noite fiz a mediação do evento ‘Banda Sonora’, no Sesc Vila Mariana. Não tive nem tempo de chamá-los, via blog, mas o bate papo com o diretor Carlos Reichenbach e o compositor Nelson Ayres, de ‘Falsa Loira’, foi muito legal, ilustrado por cenas do filme, comentadas pelos autores, e com direito a canja do maestro, compositor e arranjador no piano de cauda no palco no auditório da unidade do Sesc. Por onde começar? Pelo começo, no próximo post.

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