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Gregos. E pecinha é a vovozinha (o que isso tem a ver com Adhemar Oliveira?)

Luiz Carlos Merten

09 de novembro de 2019 | 10h50

No CineSesc, na sequência da repescagem, começou uma mostra de cinema grego que está trazendo filmes clássicos de Theo Angelopoulos (O Apicultor, com Marcello Mastroianni) e Michael Cacoyannis (As Troianas, com Katharine Hepburn e Irene Papas). Neste sábado ocorre a sessão de Sirenas do Mar Egeu, e ou me engano ou o site do cinema informa que o diretor Nikos Perakis estará presente, às 18h45, para a projeção de seu longa de 2005. O IMS da Paulista forneceu uma carta branca a Adhemar Oliveira e apresenta sete de uma lista de 20 filmes que ele sugeriu. Não são os filmes da vida do Adhemar, cineclubista, distribuidor e exibidor, guerreiro em defesa do cinema brasileiro, mas obras que, de alguma forma, foram importantes em momentos significativos de sua atividade profissional. Aliás, que coisa curiosa. Conheço Adhemar há décadas e não sabia – Dib Carneiro Neto também não deve saber, e a informação poderá ser valiosa para seu site Pecinha É a Vovozinha -, que, lá atrás, nosso homem foi autor premiado de teatro infantil. Descobri isso ao conversar com ele para a matéria de ontem, ou anteontem, no C2. Todos os filmes selecionados por Adhemar são ótimos, mas confesso que alguns são obras que gostaria de rever. Próxima Parada, Bairro Boêmio, de Paul Mazursky; Pasqualino Sete Belezas, de Lina Wertumuller; Os Palhaços, de Federico Fellini; e Encontros com Homem Notáveis, de Peter Brook, até porque o filme cultuado sofreu novo corte em 2016 e quero ver como ficou.

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