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Gostei!

Luiz Carlos Merten

02 Janeiro 2017 | 10h38

Tenho de admitir que achei bem legal a capa de hoje da Ilustrada. Pura bobagem, amanhã ninguém vai nem se lembrar, mas hoje… Se 2016 fosse. Diversos artistas opinaram. Se fosse um filme, quem dirigiria? Sou mais o Kleber Mendonça Filho – “Buttman. Feio, malfeito e só putaria.” Delirei por um momento. Nos três poderes, até no quarto, não faltariam candidatos a protagonista masculino – é muita gente f… o Brasil. Já a estrela pornô… Cala-te, Merten, mas tenho minhas candidatas, ah, se tenho. Meio que me arrependi de ter gostado tanto de Chatô. Guilherme Fontes acha que o diretor teria de ser o Brian De Palma de Os Intocáveis, para celebrar o nosso (o dele) Eliot Ness, o juiz Moro. Vou ver se mando, através do Amilton Pinheiro, tão amigo do Guilherme, um exemplar do Paulo Moreira Leite, O Outro Lado da Lava-Jato, do qual o juiz também sai chamuscado. Não, decididamente, ele não é o meu Eliot Ness. Continuo com o Robert Stack (na TV) e o Kevin Costner (no De Palma, que amo). E José Luiz Villamarim joga suas fichas em Glauber. Terra em transe… Me caiu a ficha. O tempo todo a assessoria me vendeu que o Redemoinho, do Zé, ia entrar em 22 de dezembro. A data passou e neca do filme. Nem me lembrava – o circuito foi invadido por Paulo Gustavo. Não creio que o lançamento ocorra em janeiro. É temporada de Oscar, já temos algumas promessas de blockbusters nacionais – Penetras 2, Eu Fiko Loko, Saltimbancos. Acho que o Redemoinho vai terminar sendo jogado para depois. E a questão agora é… 2017! Chegaremos em dezembro sonhando com quem para dirigir o filme do ano? Frank Capra? Ou é bom ir deixando o David Lynch de sobre-aviso? A República recata-se? Não com a canalha de que Temer se cercou… É tudo mera fachada para a – nova? Eterna? – perversidade?