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Falando com Deus, e o mundo

Luiz Carlos Merten

31 de agosto de 2012 | 00h07

Eta semana danada. Estamos adentrando na sexta, amanhã pela manhã ermbarco para Salvador e ainda não dei conta da minha volta do Rio, na segunda-feira à noite. Fui ver ‘Totalmente Inocentes’, a paródia de favela movie de Rodrigo Bittencourt que estreia dia 7. O filme me encantou, é cativante, tem um elenco de genmte joverm e talentosaa, mas possui um tom mágico difícil que não é muito fácil de ssimilar. É impressionante como tantas pessoas levam minha opinião em consideração. Rodrigo ficou feliz de que eu tenha gostado de ‘Totalmente Inocentes’ e hoje pela manhã recebi, em casa, uma carta de Daniel Augusto, que se emocionou porque escrevi sobre o cureta dele, ‘Porn Karaokê’, na edição do ‘Caderno 2’ de ontem. O título que escolhi foi ‘Tamanho não é documento’, que poderia induzir o leitor a pensar de forma equivocada sobre um filme que se chama ‘Karaokê Pornográfico’. Na verdade, o teor é outro e eu só queria chamar a atenção para o fato de que, independentemente de formato, suporte e duração, alguns dos melhores filmes brasileiros recentes são obras que vi no Festival de Curtas, como o citado ‘Karaokê’ e também ‘A Cidade’, de Liliane Sulzbach, e ‘Cidade Improvisada’, de Alice Riff. Ainda sobre ‘Karaokê’, se aluguei Daniel Augusto entristeci Marinho Andrade,. seu parceiro em outro documentário, ‘Fordlândia’. Por um erro de digitação que me passou despercebido, o nome dele saiu no jornal como ‘Martinho’, sorry. Na terça assisti a ‘Cara ou Coroa’ e, na quarta pela manhã, entrevistei Walmor Chagas, por seu papel como ‘o general’ no novo filme de Ugo Giorgetti. Gostei, achei legal, mas tenho até medo, porque ultimamente sinto que ando sendo o pé frio do cinema brasileiro. Os filmes de que gosto não tem atraído o público – o que é que há, galera? Outro dia, conversando com um motorista do ‘Estado’, descobri que o cara só vê a produção nacional. Por que não existe como ele, meu Deus? Além das matérias, continuei vendo filmes – ‘Ted’ e ‘Abraham Lincoln – O Caçador de Vampiros’ – e também fazendo entrevistas. Com os diretores de ‘Intocáveis’ e o papoo com Eric Toledano e Olivier Nakache está no ‘Caderno 2’ de amanhã. Descobri, mas isso não está no texto, que eles têm uma assessora brasileira que se chama Ana. Quando perguntei o que faszia, ela respondeu ‘Tudo’ e acrescentou, como piada, que seu nome é ‘Ana.com’. Tenmhop textos que deverão sair no ‘Caderno 2’ do fim de semana, mas não foram eles que me mantiveram até tarde na redação do ‘Estado’. Conversei, há um par de horas, um pouco mais, com o diretor do novo Clint, ‘Curvas do Destino’ e a entrevista ficou muito boa. Ainda faltam várias entrevistas nos próximos dias – com Mark Wahlberg e Jérémie Renier. Não se assustem. Estou cansado, mas feliz. E volto.