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Êta nóis!

Luiz Carlos Merten

18 Junho 2018 | 08h45

Me sinto bem confortável quando vou ao teatro e cago regras, depois. Hesito mais ao falar de futebol – a seleção, única coisa que me interessa no esporte. Não deveria ser assim, porque trabalhei vários anos na editoria de Esportes, em Zero Hora, como redator. Cheguei a fazer crônica de jogo, numa fase da minha vida em que estava impossibilitado de fazer crítica de cinema. Não tenho o menor interesse pelo dia a dia dos jogos. Me interessam os épicos, os grandes jogos. O México foi emocionante derrotando a Alemanha. Ficou no 1, teria enfiado mais se seus jogadores soubessem finalizar. Pela cara deles, dava para ver que não estavam acreditando de segurar os campeões do mundo. Por falar em finalizações, o Brasil foi o ó. Depois de todos aqueles amistosos pavimentando a rota para a Rússia, os jogadores, atarantados no campo do adversário, comportavam-se, diante do gol, como se o time estivesse se formando naquela hora. Dava vontade de colocar uma plaquinha – é ali, ó (o gol). Nunca vi errarem tanto. E o ‘Ney’… Arrependo-me do post anterior, em que disse que botava fé nele. Na verdade, boto fé na Bruna (Marquezine), porque tenho visto alguns capítulos de Deus Salve o Rei – como resistir a uma novela com intrigas palacianas que misturam ‘sword and sorcerer’? – e acho que o moleque precisa mais de uma Catarina para entrar na linha que de um Tite. Quando o vi chegar com aquele penteado – nosso garnisé -, pensei na hora. Vai dar m… Não deu outra. Para tranquilizar, já começaram as 1001 desculpas e explicações. Êta, nóis.