E o Schiller, hein?
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E o Schiller, hein?

Luiz Carlos Merten

08 de fevereiro de 2014 | 10h03

BERLIM – Acabo de ver outro filme alemão bem interessante, Beloved Sisters, de Dominik Graf. O curioso é que ontem David O. Russell gastou seu verbo para tentar nos convencer da sinceridade de Chrisdtiasn Bale em Trapaca, amando duas mulheres. O personagem está uns 200 e tantos anos atrasado. Em Irmãs Queridas, Schiller, o poeta, estabelece um triângulo com duas irmãs. O filme é longo, quase três horas, mas muito interessante. Passa-se num momento de crença em utopias – a Revolução Francesa estava ocorrendo a alguns milhares de quilômetros de Weimar -, numa época de mudanças comportamentais, de busca do absoluto. Gostaria de falar mais desse filme, mas vou ter de deixar para depois. Passei no hotel raspí9damente, estou saindo para almoçar com Karin Ainouz. E na volta vou ter de assistir à sessão oficial de Monuments Men, porque a de imprensa é agora. Perdi a cabine em São Paulo e terei de ver o George Clooney. Acho-o meio entertainer demais como astro, sempre representando o papel de George Clooney, mas é um diretor de bons filmes – aquele Boa-Noite alguma coisa. Mas tenho ouvido falar tão mal do novo filme. Espero que seja exagero. Depois, como diria Ibrahim Sued, eu conto.

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