As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

E lá vou eu…

Luiz Carlos Merten

02 de fevereiro de 2019 | 13h28

Mala pronta para mais uma viagem internacional. Daqui a pouco, minha filha, a Lúcia, me apanha e leva para o aeroporto. O voo será às 5 e pouco. E amanhã, Paris! Depois, na quarta, Berlim. Espero que corra tudo bem, porque a perna voltou a incomodar. Dezessete filmes na competição, mais os brasileiros (11, com o Marighella, fora de concurso). Só aí já temos 28 filmes, mais os que quero ver em Berlinale Classics (Ordet! Destry Rides Again!), a retrospectiva dos 40 anos do Panorama, o Forum. É coisa para uns 40 filmes, no mínimo. Em dez dias, quatro por dia, mais as coletivas, as entrevistas, a vida que segue. Vai ser bem animado, espero. Na volta, o aniversário da Lúcia, dia 23, o Oscar, no dia 24, e logo em seguida o carnaval, que este ano gostaria de ter forças de passar no Rio, com aquela animação – estou precisando. Meu carnaval passado foi um inferno astral, sozinho, com dor. Passou. Concorrem, este ano, ao Urso de Ouro, diretores e diretoras que admiro. André Téchiné, Isabel Coixet – adorei o filme anterior dela, sobre a garota da livraria -, François Ozon, Fatih Akin, Hans Peter Molland, Wang Qua’Nan, Zhang Yimou, etc. Assisti, na quinta-feira a Vingança a Sangue-Frio, thriller com Liam Nesson, a quem devo entrevistar por telefone, de Berlim. E quem dirige? O norueguês Molland, que participa da competição na Berlinale com outro filme de título intrigante, Out Stealing Horses. Vamos lá.

Tendências: