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E a crítica de língua inglesa baba por… Bacurau!

Luiz Carlos Merten

18 de setembro de 2019 | 09h23

Fui à redação do Estado pela manhã, ontem, e depois de ter visto, no início da tarde, o Adoniram de Pedro Serrano, voltei para casa, porque tinha matérias para entregar. Antes passei pela banca da Paulista e comprei a FilmComment de July/August 2019 e a CinemaScope (Summer 2019). Ambas as revistas fazem a revisão de Cannes. FilmComment estampa na capa o Tarantino, com uma imagem de Brad Pitt e Leo DiCaprio – Once Upon a Time in Hollywood. CinemaScope escolheu outra imagem – do Bong Joon-ho, Parasite. O filme estará na Mostra. E as duas revistas dedicam páginas (e páginas) a Bacurau. Cannes, The essentials. Não entendo muito bem o ponto dos que acusam Kleber Mendonça Filho e Juliano Dorneles de praticar um bolsonarismo às avessas. A crítica de língua, que não tem necessariamente um Bolsonaro pesando sobre sua cabeça – para defender ou acusar -, baba pelo filme. FilmComment resgata a mais secreta das referências de Tarantino para construir o personagem de DiCaprio. Todo mundo, inclusive eu, viu/vimos a onipresença de Clint Eastwood e Steve McQueen em Rick Dalton, mas a revista abre o armário e de lá tira Ty Hardin. Ty quem? Prometo, a mim mesmo, voltar ao tema. Tem muita coisa para falar nas edições da revista. Agoras tenho de ir ao médico, mas antes não posso deixar de dizer que minha corrida, ontem, era para ver, à noite, o Stallone. Rambo, Até o Fim. Jantei, de novo bem, no Shopping JK Iguatemi. Um penne al dente como deve ser. Sobre o filme não posso falar. tem embargo até às 7 (da noite).

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