As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Diario de Cannes (33)

Luiz Carlos Merten

24 de maio de 2014 | 14h28

CANNES – Timothy Spall, o melhor ator, enviou ao director Mike Leigh uma mensagem de texto dando conta de sua vitoria no palco do Grand Theatre Lumiere. Leigh respondeu e foi como se estivesse presente. Parecia comercial sobre a modernidade das plataformas (e da comunicacao). E a melhor atriz foi… Julianne Moore, por Maps To the Stars, o ataque de David Cronenberg a Hollywood, embora ele diga que sua historia podia se passer em qualquer lugar. Julianne eh maravilhosa como a estrela descompensada que quer acertar contas com o fantasma da mae interpretando o maior sucesso da carreira dela. O papel exige coragem. Ela faz sexo (anal) com o chauffeur, Robert Pattinson, no banco de tras da limousine, peida (sim!) e estah sempre histerica em cena, se entupindo de comprimidos para segurar o trance. Mas nao creio que vah para o Oscar de melhor atriz. O papel eh pequeno. Vale a estatueta de coadjuvante.

publicidade

publicidade

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: