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Da Vai-Vai para o Globo de Ouro

Luiz Carlos Merten

11 Janeiro 2015 | 21h31

Estava na redação do Estado, mas saí para encontrar meus amigos Dib Carneiro e Leila Reis na quadra da Vai-Vai, na 14 Bis. A escola homenageia Elis Regina e o Dib e a Leila vão sair (com outra amiga da gente, a Arlete Salvador). Fiquei uns 40 minutos na quadra, vendo a porta-bandeira evoluir e aprendendo o samba-enredo. Bem que gostaria de encarar o sambódromo, mas o carnaval bate com o Festival de Berlim. Lá vou eu… Voltei à redação do Estado para a cobertura do Globo de Ouro. Está rolando o tapete vermelho. Sinto muito, mas não tenho a menor paciência com imprensa de celebridade, mesmo que eventualmente faça o jogo. É muita estereotipação (e frivolidade) para o meu gosto, mas admito que dei uma parada para ver Rosamund Pike, uma das cinco indicadas para melhor atriz de drama (por Gone Girl/ Garota Exemplar). Estava linda. Rosamund está fazendo história como primeira Bondgirl a concorrer ao Globo de Ouro e, talvez, ao Oscar. Halle Berry fez a trajetória inversa. Ganhou o Oscar e depois foi ser Bondgirl. Por mais que goste de Rosamund, torço por Reese Whiterspoon, que está fantástica em Wild/Livre, o novo Jean-Marc Vallée. Não vi todos os filmes que concorrem na categoria, mas Reese merece agora todos os prêmios que ganhou por Johnny e June. Melhor ator de drama? Espero que seja Eddie Redmayne, por A Teoria de Tudo, em que Stephen Hawkins é visto pelo olhar da mulher que abandonou, Jane. Felicity Jones também é ótima no papel. O Globo de Ouro já vai começar. E amanhã pela manhã haverá a cabine de Birdman, de Alejandro González-Iñárritu, que concorre a melhor filme (de drama). Birdman leva o Globo de Ouro? Terá quantas indicações para o Oscar? Logo-logo, saberemos.