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Cinco + cinco, outra lista provisória de melhores do ano

Luiz Carlos Merten

15 Dezembro 2017 | 00h25

Tive de fazer, no outro dia, as listas de melhores filmes nacionais e estrangeiros do Divirta-se, o que nos leva aos melhores do ano. Cinco nacionais? Corpo Elétrico, primeiríssimo, uns quantos documentários, Divinas Divas, Pitanga e No Intenso Agora, e Era o Hotel Cambridge. Cara… Onde ficou As Duas Irenes? Cinco estrangeiros? Dunkirk, Além das Palavras, Lady Macbeth. O filme ainda nem estreou – entra dia 28, mas O Jovem Karl Marx tem cadeira cativa nas minhas preferências. Marx e Engels, os dois mosqueteiros, a fábula revolucionária para o século 21. Nós que, fodam-se os Temers desse mundo, amaremos sempre a revolução. Falta um estrangeiro? Confesso que empaco. Monsieur e Madame Adelman? Adoro. E tem o Baby Driver. Em Ritmo de Fuga. Qual dos dois para fechar a minha lista? E por que precisam ser cinco nacionais e cinco estrangeiros? Por que não seis nacionais? Pobres Diabos? Uma possível lista de dez teria Dunkirk. Corpo Elétrico, Era o Hotel Cambridge, Divinas Divas, Pitanga, No Intenso Agora, Além das Palavras, Lady Macbeth, Em Ritmo de Fúria e… Sorry, Fábio Meira, mas por mais que goste das duas Irenes, vou selecionar… Pobres Diabos! Conscientemente, estou omitindo o que talvez tenha sido o filme mais importante do ano – Mulher Maravilha. Se houve um grande tema em 2017 foi o empoderamento feminino. Já estamos no dia 15. A lista ainda é provisória. Faltam 16 dias para o fim do ano, e o réveillon. Me aguardem!