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Cannes (26)/Nada muito interessante nos prêmios paralelos

Luiz Carlos Merten

19 Maio 2018 | 13h02

CANNES – Bastou a presidente do júri ecumênico citar ‘femmes et enfants’, mulheres e crianças, para que todos soubéssemos, no Salon des Ambassadeurs, que a libanesa Nadine Labaki vencera o prêmio por Capharnaüm. Os prêmios dos júris paralelos foram entregues há pouco. A Fipresci, Federação que entrega o prêmio da crítica, furou o própriop anuncio ao antecipar em seu site os vencedores. Três prêmios. Na competição venceu Burning, do sulcoreano Lee Chang-dong, sobre um triângulo amoroso; em Un Certain Regard, Girl, de Lukas Dhont, sobre uma garota que sonha ser bailarina, num corpo de homem; e um primeiro filme nas demais seções,Quinzena e Semana da Crítica – Un Jour, de Szofia Szilagyi. Não gostei particularmente – não gostei tout court – de nenhum desses premios, mas sinto que a edição desse ano presta-se à polêmica. Vamos ver daqui a pouco como se comporta o júri oficial.