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Cacofonia! Perdão, Francofonia!

Luiz Carlos Merten

22 de agosto de 2016 | 09h50

Estou indo para a cabine de imprensa de Um Namorado para Minha Mulher, e na sequência vai haver a junket da nova comédia de Júlia Rezende, com a poderosa Ingrid Guimarães. Vamos lá. Antes quero dizer que revi no sábado Francofonia com meus amigos Dib Carneiro, Gabriel Vilela e Cláudio Fontana, depois jantamos no bistrô da Reserva Cultural – sempre coloco no feminino, mas, se é cinema, é masculino, não? – e foi uma bela noite. Cacofonia, DE Alexander Sokurov, passa a ser, depois de O Cavalo de Turim, de Béla Tarr, meu segundo melhor filme do ano. O terceiro, Os Campos Voltarão, de Ermanno Olmi. O quarto e quinto, os documentários – Botão de Pérola, de Patricio Guzman, e Fogo no Mar, de Gianfranco Rosi. O sexto, Batman vs. Superman, de Zach Snyder, isso se não mudar tudo e o Snyder passar para terceiro, porque os primeiros ficarão o Béla e o Sokurov. Não sou muito fã de Arca Russa, com seu passeio pelo Hermitage, mas o Louvre… Depois, os brasileiros, à frente Claudião (Assis) com Big Jato e Anna Muylaert com Mãe Só Há Uma. Imagino que pareça provocação. Cláudio e Anna protagonizaram o affair do ano passado no cinema brasileiro, abuso etc e tal. Virou praxe ter de tomar partido. É um contra outro. Não é que não ligue para isso, mas amo os filmes, e isso é mais importante. Estou tendo de sair, para não chegar atrasado no meu compromisso. Retomo essa conversa depois.

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