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Berlinale (11)/Urso gay?

Luiz Carlos Merten

13 de fevereiro de 2017 | 12h06

BERLIM – Houve um princípio de vaia no filme alemão desta manhã, 13, mas eu achei Bright Nights, de Thomas Arslan, bem bonito. Um homem vai enterrar o pai, a quem não via há anos. Leva o filho, do qual também anda distante. O filme é feito de longos siêncios e momentos de tensão. Pai e filho não se falam. No final, há um breve movimento de aproximação, mas não vai adiante. O filme dura 1h30 e termina em suspenso. No ending. Não conta propriamente uma hist[ória, mas é feito desses fragmentos de vida. Imagino que quem vaiou é do tipo que fica no celular, preocupadfo em entender a trama, e não tem tempo para essas bobagens de ‘clima’ e ‘fruição’. Emendei com as entrevistas de Call Me by Your Name, do italiano Luca Guadagnino, com Armie Archer. O desejo homo. Um garoto passa o verão com a amiga na villa da família, no norte da Itália. Paraíso na Terra. uma jovem Adão, umas jovem Eva. Desejam-se. Chega a serpente, um norte-americano culto, sensível e apenas alguns anos mais velho, Armie. assim como os dramas de imigrantes e mulheres, Berlim tem muita abertura para a diversidade sexual. Tivemos, até agora, em dierentyes seções, os brasileiros No Intenso Agora e Como Nossos Pais, o senegalês Felicité e o chileno Una Mujer Fantástca, sobre uma transexual, os dois últimos na competição. Mujer Fantástica e Call Me vão se disputar pelo Bear Queer, o Urso gay. espero estar errado, mas me aparece wque Call Me by Your Name é o tipo do filme que as Sony vai jogar para o homem vídeo no Brasil. O Mix Brasil deveria ficar atento. É um filmaço para abrir ou fechar o evento.

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