Consegui encaixar o Suprema nos meus horários, e foi oportuno. Cheguei ontem ao jornal achando que tinha só os filmes na TV e o Pastor Cláudio, a entrevista com Beth Formaggini, mas aí havia caído outra matéria – nem sei qual -, abriu-se um espaço e aproveitamos para dar o filme de Mimi Leder com
Fui ver ontem o congolês Dieudonné Niangouna na MT, O Alicerce das Vertigens. Encontrei Daniel Shenker, Evaldo Mocarzel e Adriana Monteiro. A par de tudo aquilo que propõe, a Mostra Internacional de Teatro é sempre um ponto de encontro. Niangouna, nascido em Brazzaville, fundou há mais de 20 anos a Compagnie Les Bruits de la
Se vivo fosse, Glauber Rocha teria completado 80 anos na quinta – nasceu em 14 de fevereiro de 1939. Seria uma idade perfeitamente razoável. Embora Leon Hirszman e Joaquim Pedro tenham morrido relativamente cedo, com 56 e 50 anos, Paulo César Saraceni chegou aos 80 e Nelson Pereira dos Santos aos 89 anos. Seguem vivos
Estou voltando para casa depois de assistir à abertura da 6.ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo. Reencontrei amigos queridos, Cacá Toledo e Ivan Andrade, que me deram notícias de Gabriel Vilela. Ele está em BH, vai montar O Auto da Compadecida com um jovem coletivo de lá. O Auto! Imagino que vá ficar
Estou voltando. Após o Santiago em Cena, em janeiro, emendei Berlim com carnaval e tive pouco tempo para ir ao teatro. Vi o Outros e fui seduzido pelo despudor de Teuda Bara, dando cambalhotas, mostrando os seios no palco. Gostei do Jardim das Cerejeiras – Chekhov + Eduardo Tolentino, só podia ser bom. Enervei-me um
Grandes diretores, e o maior deles talvez tenha sido Arthur Penn, nos ensinaram que a ‘América’ só consegue resolver seus conflitos por meio da violência. Os EUA são uma grande nação, mas parece que o Brasil da nova era só quer assimilar o que têm de ruim. Todo dia tem sido uma tragédia. A chuva,
Esse vai ser outro post que vinha querendo fazer há tempos, embora não tanto quanto o do díptico que Yves Robert adaptou de Marcel Pagnol. Estou falando da época do Oscar e da indignação provocada por Green Book – O Guia. Apoio qualquer movimento para que cineastas negros (e negras) contem suas histórias e não
Leandro Nunes, repórter de teatro do C2, me havia exortado a ver Fauna, mas nada me disse sobre a montagem do grupo mineiro Quatroloscinco, que faz neste domingo sua última apresentação no Sesc Pompéia. Vejam. Por um motivo que não ficou claro, atrasou quase meia-hora. Na entrada, a gente tem de tirar o sapato. Ai,
Havia perdido a junket de Albatroz. Fui ver ontem o longa de Daniel Augusto no Belas Artes. Albatroz alterna sessões com Raiva, de Sérgio Tréfaut, na mesma sala. Não poderia haver filmes mais diferentes. Sou mais o Tréfaut, que amei, e olhem que o Paulo Coelho de Daniel Augusto tem fragmentos extraordinários de cinema. Na
Entre os muitos amigos de Agnès Varda que participam de Cléo das 5 às 7 (Jean-Luc Godard, Anna Karina, Sami Frey, Michel Legrand, etc) estão Yves Robert e a mulher, Danièle Delorme. Ator, mímico, produtor, diretor, roteirista. Robert foi um homem de múltiplos talentos que, no começo dos anos 1960, recebeu o Prêmio Jean Vigo
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