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APCA

Luiz Carlos Merten

02 Dezembro 2014 | 20h47

LONDRES – Continuo aqui. Enviei para o Portal do Estado um material sobre a coletiva de  O Hobbit  – A Batalha dos Cinco Exércitos, que ocorreu no começo da tarde. Leiam. Gostaria de comentar a premiação da APCA. Pelo segundo ano consecutivo, estava fora e não votei. Gostei muito que Praia do Futuro tenha sido o melhor filme e Deborah Secco, a melhor atriz, por Boa Sorte. Mas, se estivesse aí, teria batalhado para que o resultado das demais categorias fosse diferente. A APCA tem de resolver o problema – São Silvestre estreou no ano passado, foi um dos meus top five no Estado e o fato de ter estreado depois da votação da Associação, que ocorre no começo de dezembro, não elimina o fato de que foi uma estreia de 2013. Para isso, os ‘críticos’ veem os filmes antes. Até no Oscar, para efeitos do ano, valem as estreias até a última semana de dezembro. E para mim, São Silvestre, para ganhar, teria de ser como foi no jornal – melhor filme. Lamento por Paulo Sacramento, mas Riocorrente não merece o prêmio de direção. Meu melhor ator seria o Jesuíta Barbosa, por Praia do Futuro, Ia batalhar para que Daniel Ribeiro ganhasse o prêmio de direção ou o especial do júri. E o Getúlio, de João Jardim, não ficaria de fora. Melhor roteiro (George Moura), melhor fotografia (Walter Carvalho) e melhor trilha (Federico Jusid). Poderia ganhar em qualquer uma, e em todas. Seria a primeira vez que um argentino ganharia o prêmio da APCA,. mas a trilha de Jusid é excepcional. São dois anos seguidos, e eu fora da APCA. Estou começando a achar que não tem volta.