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Ainda não foi…

Luiz Carlos Merten

12 de dezembro de 2013 | 18h40

Nenhuma grande surpresa nas indicações para o Globo de Ouro nem o fato de o Brasil, mais uma vez, ter ficado fora da categoria de filme estrangeiro, e não por falta de méritos de O Som ao Redor, claro. 12 Anos de Escravidão, 12 Years a Slave, e Trapaça, American Hustle, lideram as indicações, um como drama, o outro como comédia, e Christian Bale, aleluia, concorre a melhor ator pelo segundo, embora eu até preferisse vê-lo indicado pelo Out of the Furnace. A lista em muitas categorias mais ou menos se equivale à do SAG, sindicato dos atores, mas existem variações. Entraram, já que agora são dez indicados ( a ator, atriz e coadjuvantes de comédia e drama), figuras que haviam sido escanteadas. Robert Redford e Idris Elba, o Mandela (muito bons), Joaquim Phoenix (infelizmente, não pude ver Her), Oscar Isaac (sempre os Coen), Leonardo DiCaprio (o Lobo de Scorsese). Entre as mulheres, Greta Gerwig, a Frances Ha, e Julie Delpy, por Antes da Meia-Noite, foram agregadas à lista de concorrentes a melhor atriz de comédia ou musical. Kate Winslet também veio somar à lista de atrizes de drama e eu confesso que fiquei muito feliz por Rush – No Limite da Emoção haver sido indicado a melhor drama. Vou ficar bem triste se tiver de cortar o filme de Ron Howard da minha lista de dez mais do ano. Os filmes estrangeiros são respeitáveis – Azul É a Cor Mais Quente, A Grande Beleza, A Caça e o japonês Vidas ao Vento, mas nem com banda de música o novo Asghar Farhadi é melhor que O Som ao Redor. O Passado entrou para referendar o diretor e roteirista premiado no ano passado. A lista completa dos indicados você encontra no portal do Estado, estadao.com.

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