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Agora, sim, os dez!

Luiz Carlos Merten

31 de dezembro de 2015 | 20h25

Faltam poucas horas para terminar o ano. Vou passar o réveillon com meus amigos Dib e Jussara, mas antes posto minha lista de dez mais do ano. Havia anunciado, no post anterior, que os dez sairiam de duas listas – a dos melhores brasileiros e a dos melhores estrangeiros. Bom, para quem leu as duas haverá uma surpresa. Vi na capa do Globo a lista deles, e havia um filme do qual me esqueci. Estava tão siderado por Botão de Nácar, ou Pérola, que nem me dei conta de que Nostalgia da Luz, o longa anterior de Patricio Guzmán – misto de documentário e ensaio poético -, estreou somente neste ano. Pior para Jean-Luc Godard, porque o 3-D dele, Adeus à Linguagem, vai dançar. Meus dez mais são a soma de três brasileiros, três norte-americanos e quatro (quatro!) latinos.
Chatô, de Guilherme Fontes
A Hora e a Vez de Augusto Matraga, de Vinícius Coimbra
Campo de Jogo, de Eryk Rocha
Mad Max – Estrada da Fúria, de George Miller
American Sniper, de Clint Eastwood
No Coração do Mar, de Ron Howard
Jauja, de Lisandro Alonso
Casadentro, de Joanna Lombardi
Nostalgia da Luz, de Patricio Guzmán
Numa Escola de Havana, de Ernesto Daranas
O melhor ator do ano, f…-se o Oscar(Eddie Redmayne, A Teoria de Tudo etc), foi João Miguel, por Matraga. A melhor atriz poderia ser Charlize Theron – a Furiosa que fez de Mad Max coadjuvante do próprio filme -, mas dou meu destaque, postumamente, para a cubana Alina Rodriguez, a professora Carmela daquela escola em Havana.
Bom ano para todos. E que tenhamos muitos bons filmes em 2016.

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