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Adiós, hermanos

Luiz Carlos Merten

06 Julho 2018 | 14h11

Não creio, como disseram os comentaristas da Globo, que a França dominou o jogo. O primeiro tempo foi muito tenso, nervoso, e poderia ter dado gol para qualquer lado. Deu para a França. O segundo gol, que aí sim desmontou o time uruguaio, foi menos do Griezmann que um frangaço do goleiro Muslera. Adiós, Uruguai. A grandeza (fordiana) dos derrotados. O menino chorando na arquibancada, a desolação de Cavani no banco. Se ele tivesse entrado, teria feito a diferença? Jamais saberemos…Que manhã! Sem sair de casa, exceto para tomar café e almoçar, entrevistei por telefone, na Suécia, a diretora Jane Magnusson, por seu documentário sobre Ingmar Bergman, Um Ano numa Vida, que aqui se chama Bergman – 100 Anos, e Marcus Baldini, o diretor de Uma Quase Dupla, com Cauã Reymond e Tatá Werneck. Agora, tenho matéria para fazer. E, às 3, Brasil!